Mesmo se aprovar medidas de Pezão, Alerj precisará da ajuda do governo federal

Rio – Mesmo que a Assembleia Legislativa aprove todas as propostas do pacote de austeridade de Pezão, precisará de ajuda financeira do governo federal para não entrar em “colapso social”. A afirmação é do presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB).

Segundo ele, o novo plano nacional de segurança deveria destinar de R$ 5 bilhões a R$ 7 bilhões ao Rio. “Só enxergo solução vinda do governo federal. O estado poderia ser embrião desse novo plano nacional. Caso contrário, é colapso social. E o que acontece no Rio se multiplica nos outros estados”, afirma Picciani.

Cobertor curto

Um aliado de Temer diz que dificilmente a União acenará com tais recursos: “A situação de outros estados também é gravíssima. O problema é da União inclusive. Não à toa que a Reforma da Previdência que enviamos é tão dura.”

Encontro

Temer planeja encontro com o novo presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC), para pedir que não trave a votação da PEC do Teto dos Gastos. Apesar de petista, Viana é visto como moderado, e não oposição.

Turma do Guardanapo

Jorge Viana e seu irmão Tião é que indicaram Sérgio Côrtes para ser secretário de Saúde no governo de Sérgio Cabral. Eles são tios da mulher de Côrtes — o ex-secretário caiu em desgraça após a divulgação de fotos da Turma do Guardanapo.

Prefeito eleito

Marcelo Crivella (PRB) quer enxugar o número de secretarias para 13.

Tô fora

Preterido da Secretaria de Educação, que deve ficar com Indio da Costa (PSD), o vereador Paulo Messina (Pros) não aceitou o prêmio de consolação: ser líder do governo na Câmara Municipal.

Obreiro

Fernando Meira é o mais cotado para assumir a Secretaria de Obras. Ele trabalhou com Crivella quando coordenou o programa Cimento Social.

A hora de cuidar do lixo

Ex-secretário de Saúde de Leonel Brizola, Luiz Orlando Cadorna (PTN) pleiteia a presidência da Comlurb. Em 1999, o Tribunal de Contas da União constatou superfaturamento em compra de material hospitalar feita por Cadorna à frente da secretaria. O relatório diz que as irregularidades ocorreram em 1992.

Primeira-dama

Mulher de Pezão, Maria Lúcia Cautiero ligou ontem para o arcebispo Dom Orani. Vai visitá-lo, junto com o governador, para pedir desculpas pelo incidente de ontem, em que uma igreja virou palco de violência em confronto entre policiais e manifestantes.

FONTE: O DIA online